(...) abra as tuas mãos...
de decomer aos passaros,
a tantas aves famintas de sonhos,
a tanto chão carente de flores,
a tanto vento a ser semeado com teu sopro...
neste sertão, tudo é tão aspero,
(...)cante para mim uma cantiga...
que eu possa me lembrar nas tardes tristes,
que me deixe prenhe daquele orvalho que ainda nao vi,
me faça conhecer a chuva que ainda não caiu,
chega de falar das cruzes brancas na beira da estrada,
deixemos para traz, o que resseca os dias,
(...)Vem comigo ver, como é lindo o mar...
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