(...) Esta parte de mim conhece ainda as tuas construções, os desenhos de tuas mãos, as mesmas que desenharam em meu mundo inacabado, algo impossível e incompreendido.
(...) ele ficou horas, olhando aquela janela, na esperança que ela se abrisse, e ele a visse mais uma vez. Mas o tempo havia silenciado - como um rezar baixinho - o barulho da pequena maquina de costuras e o cheiro de café a tardinha...Nas frestas agora, só as lembranças...
(...)ele nunca soube, se tinha medo das sombras, ou das luzes que as criavam.