(...) ele ficou horas, olhando aquela janela, na esperança que ela se abrisse, e ele a visse mais uma vez. Mas o tempo havia silenciado - como um rezar baixinho - o barulho da pequena maquina de costuras e o cheiro de café a tardinha...Nas frestas agora, só as lembranças...
segunda-feira, 25 de abril de 2011
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Nenhum comentário:
Postar um comentário