quarta-feira, 16 de setembro de 2009

dos mares nada sei

(...) entendo que existe uma distancia imensa, entre o meu mar e o teu. Navegamos destinos diferentes, em tempos diferentes. Nossas bussolas não apontam o mesmo leste, e até mesmo nossas luas nao se encontraram nos céus. Mas navegante que sou, encontrei teu mar, tua nau, teu cais. Quem sabe, mesmo ao fim de tarde que se anuncia. Quem sabe diante das tempestades ou das calmarias...não seja neste encontro solido terra e mar...que a delicadeza do amar se cria...

Um comentário:

  1. Muito bom passar por aqui e ler o que vc escreve. Entendo muito o que vc diz, pois temos mais ou menos visão e vivencias parecidas.
    Quero mesmo que isso um dia vire um livro, já falei isso a vc, o primeiro grande passo vc já deu, que é mostrando pro mundo (pelo menos por aqui) as suas palavras, a respeito da vida e dos pensamentos do lobo do cerrado (com os cactos e seus espinhos e ao mesmo tempo veredas verdejantes e cheias de vida!) Como o nosso lobo Guará, aquele que vaga pela noite, sozinho, procurando...rsss!

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