Lá nas margens do rio.Dorme o silencio, entre o cantar das folhas,
O vento. Entre os braços das arvores, desce em lamento,
o sol. Ao fim do dia. Tudo se aquieta então. O mato, a seiva, as flores, embebedando-se de orvalho. A quietude, invade o sertão. Casinha triste. Mulher sertaneja. Solidão...
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