(...) ele ficou horas, olhando aquela janela, na esperança que ela se abrisse, e ele a visse mais uma vez. Mas o tempo havia silenciado - como um rezar baixinho - o barulho da pequena maquina de costuras e o cheiro de café a tardinha...Nas frestas agora, só as lembranças...
segunda-feira, 25 de abril de 2011
sexta-feira, 21 de janeiro de 2011
terça-feira, 9 de novembro de 2010
terça-feira, 26 de outubro de 2010
terça-feira, 21 de setembro de 2010
Queria achar um motivo, para abrir os braços,
Aproveitar o vento que sopra do leste,
Queria ter a coragem de me lançar dos penhascos... de todos eles,
E como uma pequena mancha branca – gaivota, nuvem, semente talvez –
flutuar sobre o mar
Não ser aos poucos,
Me desfazer, como as espumas se desfazem,
quando encontram o áspero das praias
Queria ser eu ás vezes,
No entanto,
sou uma mistura inacabada, de carne e ossos,
Opaca e morna,
Que sangra sempre,
Que rasteja noites adentro,
tentando encontrar nas luzes acesas desta cidade,
Um motivo para acreditar,
Que amanha fará sol.
Aproveitar o vento que sopra do leste,
Queria ter a coragem de me lançar dos penhascos... de todos eles,
E como uma pequena mancha branca – gaivota, nuvem, semente talvez –
flutuar sobre o mar
Não ser aos poucos,
Me desfazer, como as espumas se desfazem,
quando encontram o áspero das praias
Queria ser eu ás vezes,
No entanto,
sou uma mistura inacabada, de carne e ossos,
Opaca e morna,
Que sangra sempre,
Que rasteja noites adentro,
tentando encontrar nas luzes acesas desta cidade,
Um motivo para acreditar,
Que amanha fará sol.
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